Jackson Cionek
5 Views

Estamos preparando nossos filhos para qual futuro? Eleições 2026 Presidente

Estamos preparando nossos filhos para qual futuro?  Eleições 2026 Presidente

Talvez a escola não deva fabricar uma consciência. Talvez deva ajudar cada Corpo-Território a compreender e ampliar a consciência que já possui.

Uma criança entra na escola levando muito mais do que uma mochila.

Ela leva uma família.

Uma língua.

Um bairro.

Uma aldeia.

Uma periferia.

Uma memória.

Um jeito de perceber perigo, afeto, trabalho, dinheiro, natureza e futuro.

Leva também um corpo que dormiu bem ou mal, que está alimentado ou com fome, que caminhou dez minutos ou passou duas horas no transporte.

E hoje leva ainda algo que nenhuma geração anterior carregou com essa intensidade: uma história digital sendo construída enquanto ela própria ainda está descobrindo quem é.

Redes sociais aprendem o que captura sua atenção.

Games descobrem o que a faz permanecer.

Plataformas registram suas escolhas.

Algoritmos inferem preferências.

Bets transformam expectativa em estímulo permanente.

E a inteligência artificial começa a responder perguntas antes mesmo que ela tenha aprendido plenamente a formulá-las.

Enquanto isso, a escola muitas vezes continua perguntando:

quanto conteúdo conseguimos colocar dentro desse aluno?

Talvez a pergunta esteja errada.

E se o aluno nunca tivesse chegado vazio?

O carimbo que chamamos de educação

Existe uma forma silenciosa de colonialidade educacional.

Primeiro definimos um modelo de pessoa considerada educada.

Boa nota.

Boa profissão.

Bom comportamento.

Boa produtividade.

Bom modo de viver.

Depois tentamos aproximar todas as novas gerações desse mesmo ponto.

Na Consciência 5D da BrainLatam podemos pensar nisso como um ótimo local: uma solução que surgiu em determinado contexto histórico, econômico e cultural e passou a ser tratada como se fosse o melhor destino para todos.

Então carimbamos.

E chamamos o carimbo de educação.

Mas isso é uma construção humana.

Não uma verdade universal.

Alfabetização, matemática, ciência, história e tecnologia são indispensáveis justamente porque ampliam possibilidades.

O problema começa quando conhecimento deixa de ser ferramenta e passa a carregar junto uma consciência pronta sobre aquilo que uma pessoa deve se tornar.

Pesquisas latino-americanas recentes continuam questionando essa lógica. Ramon Rodrigues Ramalho, em trabalho publicado em 2022 a partir de experiências do Brasil e da Argentina, recupera na pedagogia de Paulo Freire a formação como processo em que sujeitos participam da leitura e transformação da realidade, em vez de serem apenas receptores de conteúdos. (SciELO)

Em 2026, Iracema Santos do Nascimento e Juliana Froeder Alves Grilo mostraram, a partir da experiência educacional no Campo Limpo, em São Paulo, como perspectivas decoloniais podem territorializar o currículo e desafiar um cânone exclusivamente euro-branco-ocidental sem abandonar a escola ou o conhecimento sistematizado. (Portal de Revistas da USP)

A questão, portanto, não é ensinar menos.

É outra:

como ensinar mais sem apagar quem está aprendendo?

O que os candidatos colocam sobre a mesa

As propostas presidenciais são diferentes e são resumidas aqui apenas como conteúdo de planos e cobertura eleitoral de terceiros, não como comparação, ranking ou recomendação entre candidatos.

Lula enfatiza ampliação de oportunidades, inclusão e políticas públicas educacionais. Flávio Bolsonaro propõe método fônico, escolas cívico-militares, mecanismos de escolha educacional, ensino técnico e maior aproximação entre universidade, ciência e setor produtivo. Romeu Zema aproxima educação de gestão, eficiência, formação técnica e inserção produtiva. Ronaldo Caiado destaca alfabetização e recomposição da aprendizagem básica. Renan Santos enfatiza alfabetização, mérito, disciplina e formação tecnológica. (Folha de S.Paulo) Augusto Cury coloca educação socioemocional entre seus eixos. Clariana Barão enfatiza alfabetização, professores e formação. Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta e Samara Martins, por caminhos distintos, defendem ampliação da educação pública e do acesso. Wilson Grassi relaciona formação técnica, ciência e pesquisa. Para Pablo Marçal, ainda não identificamos documentação educacional consolidada suficiente para completar lacunas com suposições. O país chegou à campanha de 2026 com 13 candidaturas presidenciais registradas. (Folha de S.Paulo)

Você não precisa apenas escolher entre essas frases.

Pode acrescentar perguntas.

Quando alguém fala em mérito:

todos começaram do mesmo Corpo-Território?

Quando alguém fala em produtividade:

produzir o quê, para quem e com quais consequências para o bioma?

Quando fala em disciplina:

o estudante também aprenderá a recuperar a própria atenção?

Quando fala em inclusão:

entrar basta ou é preciso conseguir permanecer, compreender e criar?

E quando fala em inteligência artificial:

a IA vai conhecer melhor o aluno para classificá-lo ou para que o próprio aluno consiga conhecer-se melhor?

Essa diferença é enorme.

Corpo-Território: a criança chega com um mundo

Ailton Krenak, em Futuro Ancestral, publicado em 2022, desloca a ideia de futuro como simples corrida para a frente. Uma análise de Diego dos Santos Reis publicada em 2023 destaca na obra justamente a relação entre infância, ancestralidade, autonomia e Terra, contrapondo-a à aceleração permanente de uma ideia única de progresso. (SciELO)

Antônio Bispo dos Santos, Nego Bispo, em A terra dá, a terra quer, de 2023, também aproxima conhecimento, comunidade, ancestralidade e território.

E pesquisas recentes inspiradas na intelectual Maya-Xinka guatemalteca Lorena Cabnal mostram como corpo e território podem ser pensados conjuntamente. Cristiane Coradin, Simone Oliveira e Maria de los Angeles Arias Guevara escreveram em 2024 que diferentes conflitos territoriais produzem diferentes experiências corporais, sociais e ambientais. (SciELO Public Health)

A BrainLatam amplia essa tradição ao propor Corpo-Território como unidade mínima do Estado.

Não para substituir o indivíduo como sujeito de direitos.

Mas para reconhecer algo simples:

ninguém existe apenas como CPF.

Existe saúde.

Educação.

Família.

Água.

Alimento.

Moradia.

Memória.

Linguagem.

Mobilidade.

Ambiente.

Comunidade.

Bioma.

E tudo isso participa das condições em que uma pessoa consegue aprender e escolher.

O problema talvez não seja excesso de conhecimento. É conhecimento sem vida.

Uma criança pode aprender porcentagem e continuar sem compreender uma bet.

Pode estudar estatística e não reconhecer como um gráfico manipula sua percepção.

Pode usar inteligência artificial e nunca perguntar de onde veio uma resposta.

Pode estudar biologia e não relacionar a disciplina à água contaminada que chega à sua comunidade.

Pode decorar geografia e não conseguir compreender por que precisa atravessar a cidade inteira para chegar à escola.

O território não precisa substituir o currículo.

Pode ser a porta pela qual o currículo ganha sentido.

Porcentagem pode explicar apostas.

Química pode investigar a água.

Geografia pode estudar mobilidade.

Biologia pode começar pelo bioma.

Matemática financeira pode explicar uma dívida.

Computação pode mostrar como um algoritmo decide o próximo vídeo.

É conhecimento universal encontrando experiência concreta.

Enquanto a escola ensina, outras máquinas estão ensinando também

O Brasil já percebeu que essa disputa envolve mais do que conteúdo.

O ECA Digital passou a restringir mecanismos capazes de explorar vulnerabilidades de crianças e adolescentes, incluindo rolagem infinita, autoplay e determinados gatilhos de recompensa. O ICL Notícias destacou essas mudanças e também informou que o governo retirou 937 páginas de influenciadores por publicidade irregular de bets entre janeiro de 2025 e junho de 2026. (ICL Notícias)

O novo Plano Nacional de Educação 2026-2036 também determina atualização curricular para abordar inteligência artificial, uso saudável de tecnologias digitais e impactos do uso prolongado de celulares, redes sociais e jogos eletrônicos. Prevê ainda diretrizes de transparência e proteção de dados para plataformas educacionais e IA. (Planalto)

E a discussão tornou-se internacionalmente ainda mais concreta. Em agosto de 2026, uma coalizão bipartidária de 29 estados norte-americanos levou a Meta a julgamento alegando que Facebook e Instagram foram desenhados para estimular uso compulsivo por jovens. A Meta nega as acusações e contesta a relação causal apresentada. O processo está em andamento. (Reuters)

A pergunta deixa então de ser simplesmente:

“celular pode entrar na escola?”

E passa a ser:

quem está formando a atenção de nossas crianças?

Da Ciência para Educação à consciência em primeira pessoa

Existe no Brasil uma iniciativa que consideramos especialmente fértil.

A Rede Nacional de Ciência para Educação procura aproximar pesquisadores, professores, escolas e políticas públicas por meio de pesquisa translacional.

Roberto Lent, fundador da Rede CpE e titular da Cátedra UNESCO de Ciência para Educação, apresentou em 2026 essa ideia como uma aproximação sistemática entre produção científica, formulação de políticas públicas e práticas educacionais. A Rede também reúne pesquisadores e professores em torno de questões reais como alfabetização, atenção, fisiologia e novas tecnologias. (Rede CpE)

A própria neurociência brasileira tem caminhado para estudar aprendizagem como interação. Em 2023, Amanda Oku, Eneyse Pinheiro, Raimundo Soares Jr. e João Ricardo Sato, da UFABC, analisaram interações professor-aluno utilizando fNIRS hyperscanning. Isso não significa que exista uma leitura cerebral capaz de dizer “quem aprendeu”. O valor está em outra direção: a aprendizagem pode ser investigada também como relação entre pessoas, não apenas como processamento isolado dentro de um cérebro. (PubMed)

Em diálogo relatado pela BrainLatam com Roberto Lent, apresentamos uma ampliação dessa lógica. Não atribuímos essa proposta a Lent ou institucionalmente à Rede CpE.

A pergunta foi:

se conseguimos produzir cada vez mais dados sobre uma pessoa, por que esse conhecimento não deveria retornar prioritariamente à própria pessoa?

Daí nasce nossa proposta de IA de Consciência em Primeira Pessoa.

Uma IA pública para cada Corpo-Território

Imagine uma criança nascendo e recebendo, junto de sua identidade pública, uma inteligência artificial protegida que poderá acompanhá-la durante toda a vida.

Uma espécie de Zé Gotinha digital, não como marca, mas como metáfora de algo público, simples e universal.

O Estado seria responsável por organizar, custodiar, integrar e proteger os dados.

Não uma empresa.

Não uma rede social.

Não um sistema privado que desaparece quando muda o modelo de negócios.

O Estado guarda. A pessoa aprende com aquilo que é guardado.

Essa IA poderia integrar, em níveis diferentes de sigilo:

histórico do SUS,

exames,

vacinas,

trajetória escolar,

notas,

diplomas,

qualificações,

documentos,

informações profissionais,

dados territoriais,

e, progressivamente, informações produzidas por sistemas digitais sobre aquele cidadão.

A pesquisa brasileira já chama atenção para a importância disso. Siderly Almeida, Álvaro Martins Fernandes e Daniel Maciel Martins Fernandes mostraram em 2025 fragilidades de regulamentação da IA e proteção de dados na educação básica e defenderam transparência, participação comunitária, revisabilidade de decisões automatizadas e proteção da diversidade cultural, linguística e cognitiva. (SciELO)

Olira Saraiva Rodrigues e Karoline Santos Rodrigues já discutiam em 2023 a necessidade de pensar IA educacional para além do entusiasmo tecnológico, incluindo desenvolvimento crítico, criatividade e consequências pedagógicas. (SciELO)

Os seis princípios da IA de Consciência em Primeira Pessoa

1. Autoconhecimento antes da classificação.
Antes de uma nota servir para comparar o aluno com outros, ela também pode ajudá-lo a compreender sua própria trajetória.

2. Custódia pública com sigilo forte.
O Estado mantém a infraestrutura e responde por segurança, integridade e continuidade. Custodiar não significa permitir que qualquer órgão público veja tudo.

3. A pessoa não recebe um destino algorítmico.
A IA não decide qual profissão, modo de vida ou métrica representa sucesso.

4. Existem camadas de autorização.
Alguns dados são necessários para que SUS, educação e outros serviços cumpram sua função. Outras informações só podem ser liberadas pelo cidadão, dentro dos limites legais.

5. Dado é memória, não sentença.
Uma dificuldade escolar aos 12 anos não pode virar uma identidade para toda a vida. O Corpo-Território muda.

6. Direito ao Retorno dos Dados.
Todo dado coletado, produzido ou inferido sobre aquele Corpo-Território que possa legalmente ser disponibilizado ao titular deve poder alimentar sua própria IA.

Esse sexto princípio talvez seja o mais transformador:

Se um algoritmo aprendeu algo sobre mim usando meus dados, eu também devo poder aprender isso sobre mim.

E se a rede social devolvesse o que aprendeu sobre sua atenção?

Imagine um adolescente abrindo sua IA e encontrando:

“Nas últimas oito semanas aumentou sua exposição a conteúdo relacionado a apostas.”

Não é uma denúncia.

Não é um diagnóstico.

É um espelho.

A IA poderia perguntar:

quer entender como a probabilidade dessas apostas funciona?

Matemática encontra vida.

Ou:

“Você costuma abandonar atividades escolares depois de determinados períodos de uso digital. Quer observar essa relação?”

Ela não afirma causalidade.

Pergunta.

É a diferença entre uma IA que carimba e uma IA que ajuda a consciência a observar-se.

A UNESCO colocou justamente agência humana no centro de seu marco de competências em IA para estudantes de 2024: estudantes precisam compreender quando utilizar IA, preservar capacidade de decisão, avaliar consequências e manter responsabilidade humana. (UNESCO Digital Library)

Uma pequena janela para além da educação

Esse mesmo princípio pode futuramente chegar a outros direitos.

Hoje, o voto brasileiro é direto e secreto, e o próprio TSE esclarece que nem a Justiça Eleitoral sabe nominalmente em quem cada pessoa votou. A regulamentação das Eleições 2026 continua protegendo esse sigilo. (Justiça Eleitoral)

Mas imagine, em um futuro que exigiria uma nova arquitetura constitucional, um sistema de votação por aplicativo com mecanismos de revogação de mandato.

Na proposta conceitual BrainLatam, o voto poderia ser sincronizado com uma área criptograficamente protegida da IA de Primeira Pessoa sem se tornar público e sem permitir consulta administrativa sobre em quem cada cidadão votou. Só o próprio Corpo-Território poderia utilizar aquela credencial para manter ou retirar sua autorização política.

Não é o sistema eleitoral atual.

É apenas uma janela para mostrar aonde o princípio pode chegar:

dados públicos organizados pelo Estado, sigilosos para o poder e úteis primeiro para a consciência do próprio cidadão.

Mas o centro desta discussão continua sendo educação.

A educação do futuro talvez comece com uma pergunta em primeira pessoa

Consciência 5D é uma proposta conceitual da BrainLatam, não um consenso estabelecido da neurociência.

Ela nos ajuda a perguntar:

Que experiências anteriores estão influenciando minha percepção?

Que conhecimento ainda me falta?

O que está capturando minha atenção?

Como meu corpo está participando?

Que relações influenciam minha decisão?

Que território torna esta escolha possível?

Que consequência ela produz sobre outros corpos e sobre o bioma?

A escola atual pergunta muito:

“Qual é a resposta correta?”

Talvez a escola do futuro também precise perguntar:

“Como você chegou a essa resposta?”

E:

“O que faria você mudar de ideia?”

Isso é consciência em primeira pessoa.

Não transformar sentimento em verdade.

Não abandonar evidência.

Ao contrário.

É dar ao indivíduo mais ferramentas para confrontar a própria percepção.

Nossos filhos não precisam receber nosso futuro pronto

Ao analisar Lula, Flávio Bolsonaro, Zema, Caiado, Renan Santos, Augusto Cury, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara Martins, Wilson Grassi ou, quando houver documentação programática suficiente, Pablo Marçal, talvez não precisemos procurar um candidato que já possua todas essas respostas.

Podemos perguntar:

o que dessa proposta queremos preservar?

o que queremos ampliar?

o que nosso Corpo-Território consegue enxergar que ainda ficou de fora?

Isso é agência compartilhada.

Porque talvez o maior erro da educação colonial tenha sido acreditar que uma geração conhece previamente o melhor destino da geração seguinte.

Nós podemos oferecer ciência.

Linguagem.

Matemática.

História.

Tecnologia.

Memória.

Dados.

Perguntas.

Podemos proteger a criança daquilo que tenta capturar sua atenção antes que ela consiga compreender o que está acontecendo.

Podemos construir uma infraestrutura pública capaz de preservar sua trajetória.

Mas não deveríamos entregar junto um carimbo dizendo:

“é isto que você deve se tornar.”

Talvez a frase de uma educação verdadeiramente decolonial seja outra:

Você já chegou com um mundo.

Vamos respeitá-lo.

Vamos confrontá-lo com evidências.

Vamos apresentar outros mundos.

Vamos devolver a você o conhecimento produzido sobre sua própria trajetória.

E então:

vamos ampliar sua consciência para que você tenha mais liberdade de decidir em qual Corpo-Território e em qual bioma quer viver.

Essa talvez seja a diferença entre educar alguém para ocupar o futuro que já desenhamos e educá-lo para participar da construção de um futuro que nós ainda não somos capazes de imaginar.

Referências pós-2021 utilizadas

A base latino-americana deste texto inclui Ramon Rodrigues Ramalho (2022) sobre a pedagogia de Paulo Freire; Ailton Krenak, Futuro Ancestral (2022), e a leitura de Diego dos Santos Reis (2023); Antônio Bispo dos Santos, A terra dá, a terra quer (2023); Cristiane Coradin, Simone Oliveira e Maria de los Angeles Arias Guevara (2024) no diálogo com Lorena Cabnal e corpo-território; Iracema Santos do Nascimento e Juliana Froeder Alves Grilo (2026) sobre pedagogias decoloniais territorializadas; Roberto Lent e a Rede Nacional de Ciência para Educação em suas produções e iniciativas de 2022 a 2026; Amanda Oku, Eneyse Pinheiro, Raimundo Soares Jr. e João Ricardo Sato (2023) na interface neurociência-interação educacional; Olira Saraiva Rodrigues e Karoline Santos Rodrigues (2023) sobre IA e educação; e Siderly Almeida, Álvaro Martins Fernandes e Daniel Maciel Martins Fernandes (2025) sobre IA, proteção de dados e diversidade territorial na educação brasileira. (SciELO)

As referências institucionais incluem o Plano Nacional de Educação 2026-2036, o ECA Digital, TSE, UNESCO e cobertura jornalística atual do ICL Notícias e Reuters. Os conceitos Corpo-Território como unidade mínima do Estado, Consciência 5D, IA de Consciência em Primeira Pessoa, Direito ao Retorno dos Dados e eventual credencial eleitoral revogável são propostas conceituais da BrainLatam e não devem ser atribuídos às instituições ou pesquisadores citados. (Planalto)






#eegmicrostates #neurogliainteractions #eegmicrostates #eegnirsapplications #physiologyandbehavior #neurophilosophy #translationalneuroscience #bienestarwellnessbemestar #neuropolitics #sentienceconsciousness #metacognitionmindsetpremeditation #culturalneuroscience #agingmaturityinnocence #affectivecomputing #languageprocessing #humanking #fruición #wellbeing #neurophilosophy #neurorights #neuropolitics #neuroeconomics #neuromarketing #translationalneuroscience #religare #physiologyandbehavior #skill-implicit-learning #semiotics #encodingofwords #metacognitionmindsetpremeditation #affectivecomputing #meaning #semioticsofaction #mineraçãodedados #soberanianational #mercenáriosdamonetização
Author image

Jackson Cionek

New perspectives in translational control: from neurodegenerative diseases to glioblastoma | Brain States